As mortes violentas sob a análise dos parentes das vítimas

Em duas décadas, estima-se que mais de 100 mil pessoas tiveram morte violenta no Estado do Rio – número equivalente ao da população de uma grande cidade brasileira. Mas as estatísticas nunca trazem a dor das vítimas da violência, que muitas vezes nem sai nos jornais. Pela primeira vez, um livro analisa o trauma da violência sob a perspectiva dos parentes das vítimas.

O livro “As vítimas ocultas da violência na cidade do Rio de Janeiro”, da Civilização Brasileira, foi organizado pelos pesquisadores Gláucio Ary Dillon Soares, Dayse Miranda e Doriam Borges, que fizeram 20 entrevistas com amigos e parentes de pessoas que foram vítimas de algum de morte violenta. Gláucio Soares tem inclusive um belo blog, o Conjuntura Criminal.

A assessoria de imprensa do Grupo editorial Record – ao qual está ligada a editora Civilização Brasileira – informa que o livro acaba de sair da gráfica e chega às livrarias no dia 23 de março. A obra é o terceiro volume da Coleção Segurança e Cidadania, coordenada pela socióloga Julita Lemgruber, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CeESeC), da Universidade Candido Mendes, no Rio.

Um dos lançamentos do livro será no dia 30 de março, às 16h30m, no Hotel Excelsior (Av. Atlântica 1800, em Copacabana), durante o seminário “Vítimas Ocultas da Violência Urbana”. Saiba mais sobre o seminário aqui.

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